Cultura

A dança Plural da Diferença 

"Este não é o meu corpo" é como se chama o novo espetáculo que a Plural, uma companhia de dança, está a ensaiar há mais de dois meses numa parceria com a Escola Superior de Dança.

Esta Companhia, com um trabalho pioneiro há mais de 20 anos, junta em placo bailarinos profissionais e bailarinos com deficiência, física ou cognitiva, ao contrário de anos anteriores está sem financiamento e por isso decidiu lançar uma campanha solidária para angariar dinheiro que lhe permita pagar aos artistas, alugar o equipamento e o espaço para o espetáculo.

São necessários pelo menos 2 mil euros, numa campanha que está em curso até ao próximo dia 22 para que seja possível o espetáculo estrear este mês no Auditório Camões.

Diana Niepce, bailarina, coreógrafa, responsável pela direção artística do novo espetáculo da Plural, diz que só pode mesmo acreditar que o dinheiro vai aparecer, porque caso contrário será uma frustração

Um financiamento solidário para manter vivo o projeto. Diana Niepce, licenciada em dança na Escola Superior de Dança gostava que companhias como a Plural tivessem oportunidades iguais ás outras companhias de dança. Mas isso não acontece porque os programadores ainda têm medo da diferença

Diana Niepce afirma que ao contrário dos programadores, o público é mais recetivo a este tipo de propostas.

Em palco, a Plural tenta demonstrar, juntando bailarinos profissionais e bailarinos com deficiência, que a diferença não tem importância , o mais relevante é a riqueza que existe na diversidade . E esse é mais uma vez o objetivo do novo espetáculo " Este não é o meu Corpo "

O espetáculo está a ser ensaiado há mais de 2 meses, mas precisa de financiamento e por isso está em curso a campanha solidária para angariar pelo menos 2 mil euros, até dia 22 de janeiro.

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