
Jogadores brasileiros comemorando a passagem à final da Taça das Confederações
Reuters/Ricardo Moraes
Um golo de Paulinho aos 86 minutos foi decisivo para a passagem do Brasil à final da Taça das Confederações frente ao Uruguai, que falhou um penalty no início do jogo.
O Brasil qualificou-se, esta quarta-feira, para a final da Taça das Confederações ao bater o Uruguai por 2-1, num jogo em que o golo decisivo só surgiu a quatro minutos do final.
A equipa uruguaia teve a primeira grande oportunidade aos 13 minutos, mas Diego Forlan não converteu um penalty após falta de David Luiz sobre Diego Lugano.
O Brasil respondeu a cinco minutos do intervalo com um golo de Fred após um remate de Neymar ao qual Muslera respondeu com uma defesa incompleta, colocando-se assim na frente do marcador.
Três minutos após o reinício da partida, o Uruguai restabeleceu o empate por intermédio de Cavani, isto depois de a defesa brasileira não ter conseguido afastar a bola da sua área.
Aos 86 minutos, Paulinho, que tinha siso aposta de Luiz Felipe Scolari para esta partida, acabou dar a vitória aos brasileiros, ao desviar com sucesso um canto de Neymar.
Na final do Maracanã marcada para domingo, o Brasil irá defrontar o vencedor do jogo de quinta-feira entre Espanha e Itália.
Sob a arbitragem de Enrique Osses, do Chile, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, com a assistência de 80 mil espectadores, as equipas alinharam da seguinte forma:
Brasil: Júlio César, Dani Alves, Thiago Silva, David Luiz, Marcelo, Paulinho, Luiz Gustavo, Óscar (Hernanes, 73), Hulk (Bernard, 64), Neymar (Dante, 90+2) e Fred.
Uruguai: Muslera, Maxi Pereira, Lugano, Godin, Cáceres, Arévalo, Álvaro Gonzalez (Walter Gargano, 83), Christian Rodriguez, Diego Fórlan, Luiz Suárez e Cavani.
Ação disciplinar: cartão amarelo para David Luiz (13), Cavani (21), Luiz Gustavo (39), Álvaro Gonzalez (74) e Marcelo (75).