
Um mês após a morte de Eusébio, a TSF esteve, junto à estátua e ao memorial do pantera negra, à conversa com alguns adeptos de futebol. Para os benfiquistas a emoção é a mesma do dia em que receberam a notícia do adeus.
O angolano e benfiquista Jorge Santos, que jogou nos juvenis do Sport Lubango e Benfica, tira fotografias ao memorial de Eusébio. Este é o dia em que concretiza um sonho. A viver no Porto, visita pela primeira vez o Estádio da Luz.
Quem conhece como as palmas das mãos a "casa" do Benfica é Hermínio Atilano, sócio do clube há quase 60 anos «acompanhava a equipa para todo o lado» e garante que conhecia Eusébio pessoalmente.
«Era como um irmão ou um filho», refere emocionado este benfiquista que lembra o quanto vibrou com o Mundial de 1966, onde Eusébio venceu o troféu destinado ao melhor marcador da prova (9 golos) e foi considerado o jogador número um deste campeonato.
Mais novo, um brasileiro que está de férias em Portugal, diz que «não tem idade para ter visto o Eusébio jogar», mas já ouviu falar muito do «craque» e por isso decidiu visitar a estátua e o memorial. «Eusébio é como se fosse o Péle português», afirma.