
Globalimagens/Álvaro Isidoro
O amigo, colega de equipa e «irmão», como Eusébio chamava a António Simões, recorda alguém «com uma força interior extraordinária».
Simões, que nos últimos anos tem estado no Irão, sentia que Eusébio vinha apresentando sinais de alguma debilidade. «Tens de ser o último de nós [a morrer]», dizia-lhe António Simões, que recordou esses momentos na TSF.
«Sentia que já não estava bem, mas não queria falar sobre o assunto».
Apesar disso, o antigo jogador do Benfica diz que Eusébio «era um jovem», eu «não estava nada preparado» para a notícia da morte.
Até porque «tinha uma força interior extraordinária».
Simões fala numa «cumplicidade enorme», com «qualidades humanas por vezes desconhecidas». «Portugal perdeu uma referência, perdi o que ele dizia ser um irmão».
O 'pantera negra' «tinha histórias fabulosas para contar, que enchiam uma mesa e ele era feliz a contá-las».
Desse «monte de recordações fabulosas», Simões admitiu na TSF estar «a fazer um esforço enorme para poder falar sobre isto».