Maioria rejeita público nos estádios e quer vacinas e testes para quem entrar

56% dos inquiridos da sondagem da Aximage para TSF-JN-DN não encontram condições para que o público regresse já aos estádios. Em caso de acesso, a grande maioria defende que só deve existir para quem tem teste ou está vacinado.

Enquanto Governo, Direção Geral da Saúde e Liga ainda trocam bolas sobre o eventual regresso do público aos estádios, a possibilidade é rejeitada por 56% dos inquiridos que consideram não estarem ainda reunidas as condições. Pelo contrário, 39% defendem que sim. 5% não sabem ou não respondem.

A ideia de que ainda é cedo para voltar aos estádios é uma opinião que percorre todos os segmentos desta sondagem, incluindo os que se assumem simpatizantes de clubes e com ênfase especial na Área Metropolitana de Lisboa.

No capítulo da simpatia clubística, é entre quem torce pelo Futebol Clube do Porto que os resultados são mais renhidos: 43% respondem "sim " ao regresso do público aos estádios mas são mais (48%) os portistas que rejeitam.

Questionados sobre se o acesso aos estádios deve ser limitado apenas a quem foi vacinado, a esmagadora maioria concorda (82%), apenas 18% defendem o acesso a todas as pessoas, entre eles parte (38%) do eleitorado da Iniciativa Liberal, apesar de mesmo junto dos liberais ser maioritária (62%) a opinião de que o acesso deve ser limitado a quem está vacinado.

Quando se pergunta se deve ser permitida a entrada a quem apresente um teste negativo à Covid-19, feito nas últimas 72 horas, 61% respondem sim, mas para quase 40% (39%) nem mesmo com teste deve ser possível entrar.

Ficha técnica

A sondagem foi realizada pela Aximage para a TSF-JN-DN , com o objetivo de avaliar a opinião dos Portugueses sobre temas relacionados com o regresso do público aos estádios. O trabalho de campo decorreu entre os dias 10 e 12 de julho. Foram recolhidas 763 entrevistas entre maiores de dezoito anos residentes em Portugal. Foi feita uma amostragem por quotas, com sexo, idade e região, a partir do universo conhecido, reequilibrada por sexo e escolaridade. À amostra de entrevistas, corresponde um grau de confiança de 95% com uma margem de erro de 3,5%. A responsabilidade do estudo é da Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de José Almeida Ribeiro.

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