
O deputado do PSD Guilherme Silva, eleito pela Madeira, defende que se o programa de assistência a Portugal for suavizado o mesmo deve acontecer no arquipélago.
Guilherme Silva, deputado do PSD na Assembleia da República, eleito pela Madeira, rejeita novas medidas de austeridade no arquipélago, considerando que se o programa de ajustamento de Portugal for revisto e suavizado nas metas o mesmo terá de acontecer na Madeira.
É a primeira reação do lado social-democrata a propósito das apreensões manifestadas, na segunda-feira à noite, pelo Ministério das Finanças, que em comunicado deu conta de preocupações com a evolução da situação na região autónoma.
A equipa de Vítor Gaspar considera que existem riscos significativos de incumprimento do plano de reequilíbrio financeiro para a Madeira e que poderá ser necessário proceder a acertos, introduzindo novas medidas, que não concretiza, nem das quais dá exemplos.
Na mesma linha dos dirigentes do PS, do CDS e da CDU madeirenses, o social-democrata Guilherme Silva também defende que eventuais correções terão de ser feitas do lado da despesa. O arquipélago não aguenta mais austeridade e sacrifícios.