
Tiago Petinga/EPA
O primeiro-ministro elogiou o empenho de António Domingues na recapitalização 100% pública do banco do Estado.
António Costa recusou a ideia de um plano B para a CGD. O primeiro-ministro gostaria que o banco continuasse a ser liderado por António Domingues, mas "o essencial é que se faça a sua capitalização".
Numa altura em que são muitas as notícias que dão conta de um plano B para a CGD, com nomes como Paulo Macedo, Carlos Tavares ou Nuno Amado, António Costa responde com ironia, dizendo desconhecer tal ideia.
O primeiro-ministro chama a atenção para o que considera essencial e elogia o empenho de António Domingues na autorização de Bruxelas para uma recapitalização 100% pública.
O chefe de Estado diz que, pela parte que lhe toca, fez o que tinha a fazer, e que a única missão do Governo passa por assegurar a recapitalização do banco e que tudo o resto é com outras entidades, como o Tribunal Constitucional
Perante a pergunta que se repete, o que irá acontecer se os administradores da CGD não entregarem as declarações de rendimentos, António Costa diz que "não é possível viver na base do suponhamos". Porque é que não hão de o fazer?". António Costa acrescentou ainda que o Tribunal Constitucional é a entidade responsável por resolver esse assunto.