
Faria de Oliveira
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O presidente cessante da Caixa Geral de Depósitos entende que tem de ter mais disponibilidade para «procurar colaborar para o fortalecimento do sistema bancário» português.
O presidente cessante da Caixa Geral de Depósitos explicou a «principal razão» na base do pedido para deixar este cargo foi a necessidade de ter mais tempo presidir à Associação Portuguesa de Bancos.
«Entendo que devo ter maior disponibilidade para esta tarefa de procurar colaborar para o fortalecimento do sistema bancário português no seu conjunto», adiantou Faria de Oliveira.
O ministro das Finanças admitiu, entretanto, que a nova equipa de gestão do banco público já está escolhido, não tendo, contudo, para Vítor Gaspar, chegado a hora para a anunciar.