O autódromo do Algarve tem dívidas de 160 milhões de euros e as empresas credoras, em especial as pequenas e médias empresas, não estão de acordo com a fórmula apresentada ao tribunal para o pagamento das dívidas.
Muitas das pequenas e médias empresas, credoras do autódromo do Algarve, não assinaram nem concordam com o Plano Especial de Revitalização (PER», apresentado em tribunal.
O plano prevê o perdão de 70 por cento da dívida à Parkalgar, empresa detentora do autódromo, podendo o restante ser pago num espaço de tempo que pode ir dos cinco aos 25 anos.
A Tele Honda, empresa de equipamento informático e telecomunicações, tem para receber seis mil euros numa empresa com apenas dez trabalhadores.
Américo Macedo, sócio-gerente, considera que faz toda a diferença. «Corresponde mais ou menos a duas prestações da Segurança Social», disse.
Da lista dos cerca de 200 credores, os maiores são a banca e a Bemposta, empresa de construção e promoção imobiliária que viabilizaram o plano.
Agora, está tudo nas mãos do tribunal. No entanto, os pequenos e médios empresários são unânimes em dizer que este plano só os prejudica.