
Ricardo Júnior/Global Imagens
A Associação de Profissionais da Guarda (APG) admite que este protesto "já não vai resolver nada" mas quer alertar o próximo governo para a importância do novo estatuto profissional.
No último dia da campanha eleitoral os profissionais da Guarda vão mostrar o seu descontentamento por não ter sido aprovado nesta legislatura o novo estatuto profissional. O presidente da APG, César Nogueira diz que os militares da GNR se sentem "enganados desde o início" desta legislatura. "Quer pelo ex-ministro Miguel Macedo quer pela ministra Anabela Rodrigues".
César Nogueira diz que foi "criada uma diferença entre duas forças similares. O estatuto da PSP foi aprovado e o nosso não. Sem motivo nenhum".
O dirigente da APG admite que o protesto desta tarde "já não vai resolver nada". Ainda assim querem "mostrar indignação ao governo que ainda está em funções e alertar o próximo que vamos continuar a lutar por um estatuto digno".
Sobre o facto de este protesto coincidir com o último dia de campanha, César Nogueira garante que não pretendem influenciar o voto de ninguém; "os profissionais da Guarda saberão em quem votar no dia 4".