Análise (e sorteio) ao Amazfit GTR, um relógio desportivo da Xiaomi
Apesar do ótimo aspeto, chamar relógio inteligente ao Amazfit GTR é um claro exagero. No entanto, se baixarmos as expectativas para uma pulseira de atividade física, então estamos perante um bom dispositivo.
Nesta análise, o equipamento em destaque foi o Amazfit GTR, mas podia ter sido o GTS, já que apesar de terem designações diferentes, são dispositivos iguais que apenas diferem no aspeto. O GTR é muito semelhante ao GT2, da Huawei, ao passo que para o GTS, a Xiaomi foi buscar inspiração ao relógio da Apple.
Está a sentir-se com sorte?
Feita a análise, fica aqui a boa notícia. Pode candidatar-se a ficar com a unidade que foi testada. Basta ir por aqui .
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E o que dizer do Amazfit GTR?
Pena é que seja apenas no aspeto que os GTR/GTS lembrem os seus inspiradores. No resto, ficam muito aquém das suas capacidades.
Não permitem a instalação de apps, não têm microfone nem coluna, pelo que não fazem nem recebem telefonemas... e mesmo no campo das notificações ficam-se pelo muito básico.
Não é um smartwatch, mas enquanto pulseira de fitness não vai nada mal
É a partir do momento em que se percebe que não é um smartwatch, que o cenário começa a melhorar bastante.
Basta pensar na autonomia. O GTR consegue trabalhar durante duas semanas sem ir ao carregador. Depois, é muito rápido a apanhar a localização via GPS e os percursos que grava são detalhados e fiáveis. Outra boa notícia é que esses registos podem ser exportados para o Strava, uma app muito usada por quem faz corrida.
Ainda entre os dados positivos está o facto das braceletes terem um tamanho standard, portanto fáceis de torcar, e o ecrã, que tem um óptimo detalhe e é brilhante.
Feitas as contas, para muita gente, principalmente para quem não quer gastar muito dinheiro... este GTR, apesar de não ser um smartwatch chega e sobra.
