
epa07258453 A handout photo made available by the Lunar Exploration and Space Engineering Center of China National Space Administration (CNSA) on 02 January 2019 shows an artist impression of the rover for China's Chang'e-4 lunar probe. China's Chang'e-4 lunar probe is expected to make the first-ever soft landing on the far side of the moon in coming days. EPA/China National Space Administration / HANDOUT EDITORIAL USE ONLY/NO SALES HANDOUT EDITORIAL USE ONLY/NO SALES
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A sonda chinesa Chang'e-4 está a explorar as crateras do lado mais afastado da lua.
O lado oculto da lua já não está assim tão na sombra. A missão chinesa Chang'e-4, a primeira a aterrar na superfície lunar que não se consegue ver a partir da terra, tem ajudado os investigadores a desvendar alguns dos mistérios do satélite natural.
A sonda chinesa está a explorar crateras onde consegue recolher amostras do manto lunar que podem lançar pistas sobre a origem e evolução da lua.
O manto é a zona da estrutura lunar entre a crosta e o núcleo, mas com o impacto de asteroides a crosta é penetrada e os pedaços do manto ficam a descoberto, podendo ser encontrados nas crateras.
Segundo as últimas as descobertas da Chang"e-4, divulgadas na revista científica Nature na última quarta-feira, a composição do manto revelou presença de minerais idênticos aos encontrados no manto terrestre, o que pode suportar a teoria de que a lua pode ter resultado da colisão entre a terra e um corpo celeste de grandes dimensões.
Depois do sucesso da Chang'e-4, que no início do mês chegou ao lado oculto da lua , a China vai enviar para a o satélite natural (para o lado visível) uma nova sonda ainda este ano, a Chang'e 5. Terá como objetivo regressar à terra amostras de matériais recolhidas no local.
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