
epa07073685 Spanish Prime Minister, Pedro Sanchez (C), delivers a speech during an event to mark the 20th anniversary of the award of Literature Nobel Prize to late Portuguese writer Jose Saramago at Saramago's house in the town of Tias, in Lanzarote island, Canary Islands, Spain, 06 October 2018. Saramago spent his last years in the Spanish island. EPA/Cristobal Garcia
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O homem, que era vigilante de segurança privada, tinha na sua residência 16 armas de fogo.
Um atirar de 63 anos pediu ajuda logística num grupo de Whatsapp para assassinar o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, por não concordar com a exumação dos restos mortais do ditador Francisco Franco do Vale dos Caídos, mas o plano não correu como esperava.
De acordo com o jornal espanhol Público, um dos membros do grupo avisou a polícia catalã das intenções de Manuel Murillo Sánchez, que acabou por ser capturado, em Terrassa, perto de Barcelona.
O homem, que era vigilante de segurança privada, tinha na sua residência 16 armas de fogo, incluindo espingardas de alta precisão e uma metralhadora de assalto. No seu carro, tinha ainda duas pistolas, uma delas modificada e ilegal.
Manuel Murillo Sánchez não temia uma eventual detenção depois de cometer o crime, porque dizia estar disposto a sacrificar-se por Espanha.