
Palácio Nacional ainda em ruínas. Cá fora, artistas locais vendem pinturas do “Antes e Depois” da “Casa Branca” Haitiana. (Mariana Palavra)
Dois anos depois do sismo que devastou a capital haitiana, provocando cerca de 200 mortos, mais de 300 mil feridos e perto de um milhão de desalojados, a remoção dos escombros permanece como a prioridade no esforço de reconstrução.
Cerca de 500 mil pessoas continuam a viver em campos de deslocados em condições precárias e muitos haitianos abandonaram o país.
O Haiti sofre ainda os efeitos da cólera, que desde 2010 causou sete mil mortos e infectou mais de 520 mil pessoas. O surto terá sido trazido por militares da ONU, sendo esse um dos motivos dos recentes protestos contra a organização.
Um trabalho de Andreia Nogueira, com fotografias de Mariana Palavra, jornalista da rádio das Nações Unidas no Haiti, e da Reuters.