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Os valores não foram revelados, mas a imprensa canadiana diz que os compradores deram 1,4 mil milhões de euros por 60 por cento da companhia.
Terá sido dessa grandeza o preço pago por um consórcio dirigido pela empresa norte-americana TPG que inclui o investidor chinês Fosun, que comprou a seguradora Fidelidade à Caixa Geral de Depósitos.
Guy Laliberté, o canadiano que fundou o Cirque du Soleil, vai manter uma participação minoritária e continuará a fazer parte da direção artística e estratégica do grupo.
Em comunicado, Laliberté defendeu a bondade do negócio.
"Depois de 30 anos a construir a marca Cirque du Soleil, encontrámos agora os parceiros ideais para levar o Cirque du Soleil para a próxima etapa na sua evolução enquanto empresa fundada com a convicção de que as artes e os negócios, juntos, podem contribuir para fazer um mundo melhor", declarou.
Também em comunicado, os novos sócios anunciam que pretendem expandir o Cirque do Soleil no imenso mercado chinês.
Quando foi fundado em 1984, trabalhavam no circo 73 pessoas. Hoje é um negócio global com 4 mil funcionários e que emprega 1300 artistas. Estes e outros números dão conta da dimensão conquistada pelo Cirque du Soleil ao longo de trinta anos de existência.
Nesta galeria composta por fotografias com assinatura da agência Reuters ilustram-se momentos da vida da companhia nos últimos anos.