
Rui Polónio/TSF
A cidade histórica é de importância estratégica: tem o maior porto do país e dá acesso ao Mar Negro para o resto da Ucrânia.
A cidade portuária de Odessa, na Ucrânia, registou ao início da manhã fortes, sendo possível observar três grandes nuvens de fumo negro numa área onde se armazena o combustível.
Segundo a agência de notícias Efe, o fumo é visível a norte da cidade, onde se encontra localizada uma refinaria.
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O conselheiro do ministro do Interior ucraniano Anton Guerachtchenko escreveu na plataforma de mensagens Telegram: "Odessa foi atacado do ar. Foram relatados incêndios em algumas áreas. Alguns dos mísseis foram abatidos pela defesa aérea".
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Esta cidade histórica é de importância estratégica: tem o maior porto do país e dá acesso ao Mar Negro para o resto da Ucrânia.
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Toda a costa oriental, desde a península da Crimeia, anexada por Moscovo em 2014, até às repúblicas separatistas pró-russas de Donetsk e Lugansk, na região de Donbass, é ocupada pelas forças russas, com exceção de parte da cidade de Mariupol, onde o exército ucraniano resiste.
A Rússia lançou em 24 de fevereiro uma ofensiva militar na Ucrânia que matou pelo menos 1.325 civis, incluindo 120 crianças, e feriu 2.017, entre os quais 168 menores, segundo os mais recentes dados da ONU, que alerta para a probabilidade de o número real de vítimas civis ser muito maior.
A guerra provocou a fuga de mais de 10 milhões de pessoas, incluindo mais de 4,1 milhões de refugiados em países vizinhos e cerca de 6,5 milhões de deslocados internos.
A ONU estima que cerca de 13 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.
A invasão russa foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento para a Ucrânia e o reforço de sanções económicas e políticas a Moscovo.
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