Brasil com 1374 mortos e quase 40 mil infetados nas últimas 24 horas

De acordo com o executivo, 556 das 1374 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas foram incluídas nos dados desta terça-feira.

O Brasil voltou a registar mais de mil mortes diárias devido à Covid-19, com 1374 óbitos e 39 436 novos casos nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde do país esta terça-feira.

De acordo com o executivo, 556 das 1374 mortes ocorreram nos últimos três dias, mas foram incluídas nos dados desta terça-feira.

O Brasil, segundo país do mundo com mais mortos e infetados, totaliza agora 52 645 vítimas mortais e 1 145 906 pessoas diagnosticadas desde o início da pandemia, registada oficialmente no país em 26 de fevereiro.

O Brasil é também a segunda nação com mais doentes recuperados do novo coronavírus (613 345), apenas atrás dos Estados Unidos da América, sendo que 479 916 doentes continuam sob acompanhamento.

Segundo a tutela da Saúde, a letalidade da doença no país sul-americano mantém-se nos 4,6%, registando uma incidência de 25,1 mortes e 545,3 casos de Covid-19 por cada 100 mil habitantes (a população do Brasil é de cerca de 210 milhões de pessoas).

O foco da pandemia no país é o estado de São Paulo, que concentra 229 475 casos de infeção e 13 068 vítimas mortais, tendo registado nas últimas 24 horas um recorde de mortes.

Aquele que é o estado mais rico e populoso do país contabilizou esta terça-feira 434 óbitos, o maior número diário desde o começo da pandemia. Já o número de casos confirmados subiu de 221 973 para 229 475, um aumento de 7502 infetados pela Covid-19.

De acordo com o coordenador-executivo do Centro de Contingência de São Paulo, João Gabbardo, o número está dentro da projeção feita pelo organismo, de que o estado deve atingir 15 mil a 18 mil mortes até ao final do mês.

A pandemia de Covid-19 já provocou mais de 473 mil mortos e infetou mais de 9,1 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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