É uma casa portuguesa (que se abre a ucranianos)

Entre as várias modalidades de ser solidário com a Ucrânia, há quem fique em casa e... abra a porta.

Há mundos por trás dos símbolos que se podem "clicar" na plataforma wehelpukraine.org . Há um desenho para cada tipo de ajuda que se pode oferecer. Desde habitação, a apoio psicológico, documentação ou qualquer outro que nem tenha passado pela cabeça do criador da plataforma.

"Tenho um apartamento com três assoalhadas, vivo sozinho", explica Pedro Bessa que se ficou logo pelo primeiro símbolo - o desenho de um quadrado e um teto. E é quanto baste para se preencher uma proposta de ajuda.

"Imagino-me no lugar destas pessoas e seria o mais importante para mim, um local seguro e confortável onde parar".

Pedro Bessa é assessor de comunicação e abre a porta de casa onde vive em Barcelos. Tem um quarto para uma ou duas, "com sorte não há de ser preciso". Se for, são bem-vindos.

Uma coisa é contribuir com bens ou voluntariado, outra é abrir a porta de casa a estranhos. "Claro que há sempre algum risco, não sabemos que tipo de pessoa iremos acolher, mas no cenário atual, acho que é um risco bem pequeno, perante a imensidão do que é preciso fazer".

ACOMPANHE AQUI TUDO SOBRE O CONFLITO ENTRE A RÚSSIA E A UCRÂNIA

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