Ana Gomes não vendia passaportes

Ao contrário do que escrevi no meu artigo de opinião da passada segunda-feira, Ana Gomes não vendia passaportes indonésios a timorenses no tempo em que esteve na Secção de Interesses Portugueses, que funcionava na embaixada da Holanda na Indonésia.


Nesse texto citei uma frase de uma entrevista dada ao jornal Público onde Ana Gomes afirmava que fornecia aos timorenses passaportes indonésios, que comprava na ilha das Flores, acrescentando: "A procura foi tanta que inflacionámos os preços dos passaportes, passaram de 800 mil rupias para três milhões, e a população da ilha das Flores aumentou exponencialmente".
Erroneamente interpretei a palavra "inflacionámos" como fazendo parte de um processo de venda dos passaportes aos timorenses quando a diplomata queria dizer que esse aumento de preço ocorria na compra. Os passaportes eram dados e não vendidos.
Embora este erro não invalide, de forma alguma, a substância da opinião expressa nesse artigo pode causar danos reputacionais a Ana Gomes, que urge colmatar.
Pelo erro peço desculpas a Ana Gomes, aos leitores e aos ouvintes da TSF.

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