
Créditos: Pedro Correia
Trânsito na autoestrada 5 (A5) está cortado no sentido Lisboa-Cascais, ao quilómetro um, na subida para Monsanto, do viaduto Duarte Pacheco até à Cruz das Oliveiras, informou a Brisa
O trânsito na autoestrada 5 (A5) está cortado no sentido Lisboa-Cascais, ao quilómetro um, na subida para Monsanto, do viaduto Duarte Pacheco até à Cruz das Oliveiras, devido a um deslizamento de terras, informou a Brisa.
Ao final da tarde, fonte do Regimento Sapadores Bombeiros tinha indicado à Lusa que o trânsito naquele troço estava condicionado, depois de um deslizamento de terras ter obstruído duas faixas de rodagem.
Pelas 17h30, a mesma fonte indicou que estavam no local equipas da concessionária Brisa para limpar a via e que o deslizamento de terras não provocou feridos.
Cerca das 19h20, a empresa informou que "o trânsito na A5, no sentido Lisboa - Cascais, do viaduto de Duarte Pacheco até à Cruz das Oliveiras (quilómetro 1) está cortado devido a um incidente".
Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A décima sexta vítima é um homem de 72 anos que caiu no dia 28 de janeiro quando ia reparar o telhado da casa de uma familiar, no concelho de Pombal, e que morreu a 10 de fevereiro, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC).
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
