Paulo Rodrigues, da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia, e António Ramos, do Sindicato dos Profissionais de Polícia, sublinharam o facto de Luís Farinha ser um homem da casa com «profundo conhecimento da PSP».
O porta-voz da Comissão Coordenadora Permanente das Forças de Segurança saudou o facto de Luís Farinha, novo diretor nacional da PSP, ser um homem da casa.
«É um oficial da PSP com bastante experiência na instituição, é o comandante de uma Unidade Especial de Polícia com bastante experiência com conhecimento profundo da PSP», adiantou Paulo Rodrigues.
Em declarações à TSF, o também presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Polícia entende que Luís Farinha «tem todas as condições para fazer um bom trabalho à frente da PSP».
«Esperemos que seja também uma das pessoas que venha trazer estabilidade à instituição PSP e espero que o Governo não fique pela alteração do diretor nacional, que quanto a nós não se justificava, mas já que entendeu fazê-lo que dê todas as condições ao novo diretor nacional», adiantou.
O Sindicato dos Profissionais de Polícia ficou satisfeito por não ter sido nomeado um magistrado e por ter sido escolhido um «homem da casa, que conhece a instituição».
Também ouvido pela TSF, António Ramos, dirigente deste sindicato, assinalou o facto de o novo diretor nacional da PSP ter sido formado no Instituto Superior de Ciências Policiais e «ter conhecimento da realidade».
«Vai ao encontro daquilo que os profissionais da PSP pedem que é o homem da casa. À partida, sempre fomos contra pessoas exteriores à instituição, porque a experiência que tivemos com dois magistrados não correu bem, portanto foi a escolha certa», frisou.