
No Parlamento, o Governo e a maioria PSD/CDS pediram o adiamento para o dia 29 de votações antes marcadas para 24. A esquerda diz que o Parlamento está «refém» de negociações.
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Em causa estão, por exemplo, propostas relativas à reforma do Estado, as 40 horas semanais de trabalho e a requalificação na Função Pública, temas que a maioria considera estarem ligados à negociação que decorre com o PS.
A maioria e o PS concordaram com este adiamento invocando sinais de "boa fé" perante o processo negocial que ainda decorre.
Já a esquerda- PCP e BE - consideram que esta alteração na agenda parlamentar, como um novo plenário marcado para 29 de julho, torna o parlamento "refém" das negociações.