Mudanças galopantes: "intensidade" do Cavalo marca o ritmo do novo ano chinês

O ano do Cavalo com o elemento de fogo acontece a cada 60 anos
Créditos: Lillian Suwanrmpha/AFP
O especialista em astrologia chinesa Larry Ibarra adianta à TSF que são esperadas transformações intensas, por vezes drásticas e imediatas. Recomenda, por isso, flexibilidade e pensamento crítico para as enfrentar com mais suavidade
O novo ano chinês arranca esta terça-feira com previsões de grande "intensidade", um contexto que apela ao reforço do "pensamento crítico" para responder às mudanças que se avizinham.
Este é o Ano do Cavalo, signo que simboliza energia e dinamismo na cultura chinesa. No entanto, cada animal do zodíaco é também influenciado por um elemento definido pelo último dígito do ano: o número seis corresponde ao "fogo", associado à intensidade e à transformação.
Por isso, o diretor do Instituto Europeu de Estudos Tradicionais, Larry Ibarra, adianta à TSF que este pode ser um ano de "transformações que podem ter um impacto social bastante forte".
"Há quem associe o fogo à tecnologia e temos sinais muito claros disso, com a evolução galopante da inteligência artificial", exemplifica.
O também formador de astrologia chinesa sublinha que se esperam "mudanças muito aceleradas, uma maior exposição de aspetos sociais, políticos" que exigem atenção. Estas alterações podem ser imediatas e repentinas, e, por isso, é preciso "flexibilidade" para garantir uma boa adaptação às novas realidades.
Para Larry Ibarra, as soluções para enfrentar os desafios que se avizinham com estas mudanças passam pela racionalidade, o "pensamento crítico" e a crença de que tudo está alinhado para surgir na vida das pessoas.
"Acima de tudo, [haverá] um despertar de consciência no sentido de recuperar o pensamento crítico."
O ano do Cavalo com o elemento de fogo acontece a cada 60 anos.
