Os Mestres: “Escolheria ser professor porque acho que foi sempre muito desafiante”

Marta Melo/TSF
Sérgio Neto vive em Coimbra e é professor na Universidade do Porto onde leciona História Contemporânea e trabalha com o mestrado do ensino de História. A carreira universitária é mais recente depois de vários anos como professor nos ensinos básico e secundário. “Foi sempre uma experiência muito intensa”.
Embora as duas carreiras correspondam ao que “sempre gostou mais de fazer”, Sérgio Neto conta que, na carreira universitária, o que mais o atrai é o facto de permitir a investigação.
Na escolha pela docência, além do gosto pela História, a sua “paixão inicial”, recorda que também gostava de ser aluno e olhava para a capacidade dos professores “para atrair e para lecionar coisas interessantes”.
No trabalho que hoje desempenha, assinala que há vários desafios, um deles o “estar com mestrados de ensino”, os futuros professores. A eles procura transmitir também a sua experiência e também alertá-los para que é uma profissão que tem as suas dificuldades.
Sérgio Neto admite que, hoje, ainda “escolheria ser professor” e de História. “Foi sempre muito desafiante naquilo que fui fazendo”.
