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O preservativo feminino foi inventado por um dinamarquês no final da década de 90. Serve para contraceção e para defesa das doenças sexualmente transmissíveis. No Dia Mundial do Preservativo, a TSF foi a várias farmácias e conclui que não há praticamente procura de preservativos femininos.
Não é vendido, mas não quer dizer que não exista. Entre 2012 e 2014, a Comissão Nacional para a Infeção HIV/Sida multiplicou por cinco o número de preservativos femininos distribuídos no país.
António Diniz, coordenador do Programa, adianta que o aumento da utilização tem sido gradual. Qualquer unidade de saúde pode pedir à respetiva administração regional preservativos quer femininos quer masculinos para distribuição gratuita aos utentes.
O coordenador da Comissão Nacional para a Infeção HIV/Sida credita que no futuro o preservativo feminino «fará o seu caminho» e já em 2015 a utilização volte a aumentar entre as portuguesas.
Contactada pela TSF, a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) confirma que dispõe de preservativos femininos para distribuição em qualquer uma das unidades de saúde dos 15 Agrupamentos de Centros de Saúde da Região.