
Manuel Lemos
O presidente da União das Misericórdias Portuguesas acusa o Ministério da Saúde de «viver no século XVIII». Manuel Lemos faz criticas duras à decisão do Executivo que ordenou o cancelamento de novas camas para os cuidados continuados.
Depois de o Governo ter prometido há poucos dias mais mil camas de apoio à rede nacional, ontem foi emitida uma circular cancelando a contratação de novas camas por motivos financeiros.
Em declarações à TSF, o presidente da União das Misericórdias criticou a decisão.
«Temos um Governo que dialoga, o Ministério da Solidariedade e Segurança Social e outro Governo que vive no século XVIII, o Ministério da Saúde», sublinhou.