
Créditos: Leonel de Castro (arquivo)
Portugal continental começou esta segunda-feira a sentir os efeitos da depressão Joseph, com chuva, neve, vento e agitação marítima no Minho e Douro Litoral
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Monção disse esta segunda-feira que o rio Minho já galgou as margens, mas garantiu que se trata de uma situação normal face às condições climatéricas.
Segundo José Passos, as águas do Minho "não chegaram aos passadiços do parque das escolas e está longe do edifício das termas".
O responsável adiantou que os bombeiros vão continuar a monitorizar a subida do caudal do rio Minho, que divide Portugal de Espanha, devido à chuva prevista para as próximas horas e da neve que começa a derreter.
José Passos acrescentou que o agravamento da situação do rio também depende da necessidade da barragem de Frieira, em Espanha, de fazer descargas de água.
O comandante disse que, quando a barragem precisa de descarregar mais água do que o normal, os bombeiros recebem mensagem para minimizar o impacto de eventuais cheias.
Depois da depressão Ingrid, nos últimos dias, Portugal continental começou esta segunda-feira a sentir os efeitos da depressão Joseph, com chuva, neve, vento e agitação marítima no Minho e Douro Litoral, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).
Os efeitos da depressão Joseph irão estender-se, de forma gradual, às restantes regiões de Portugal continental na noite de segunda para terça-feira, "e com a passagem de sucessivas ondulações frontais pelo menos até ao fim de semana", segundo o IPMA.
