Em Santiago do Cacém, os utentes lamentam a mudança dos médicos cubanos, depois de terem sido criados laços afetivos com os atuais clínicos.
Santiago do Cacém é um dos concelhos alentejanos que dentro em breve verá partir uns médicos e chegar outros, todos a falarem castelhano.
O presidente da Câmara de Santiago do Cacém, Vítor Proença, disse que a situação não será fácil para a população nem para os novos clínicos, sublinhando que foram criados «laços afetivos».
De qualquer modo, o autarca pretende que cheguem apenas mais médicos porque, nos últimos dois anos, perdeu oito clínicos entre transferências, fim de contratos e aposentações.
A Câmara de Santiago do Cacém reclama do Ministério da Saúde um esclarecimento sobre a data exata em que chega o novo contingente de médicos, até porque, segundo o autarca, há carência de clínicos na cidade.
[Texto escrito conforme o novo Acordo Ortográfico]