Tribunais: Serviços do ministério prometem obras para resolver falta de acessibilidades

António Paulo Sousa Correia
JN/António Orlando
Um deficiente motor desistiu do processo que tinha a correr no tribunal de Marco de Canaveses por falta de condições para aceder ao edifício. Os serviços do Ministério da Justiça conhecem o caso e prometem obras naquele e noutros tribunais.
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O caso é noticiado na edição de hoje do Jornal de Notícias. Um deficiente motor desistiu de uma queixa por não conseguir entrar no tribunal de Marco de Canaveses. Ao edifício faltam rampas de acesso bem como sanitários adaptados.
Confrontado com o caso pela TSF, o presidente do Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça admite que existem tribunais sem condições de acesso para os deficientes.
Rui Pereira, entrevistado pela jornalista Cristina Lai Men, diz que há dinheiro para fazer as obras necessárias e que acredita, por isso, que ainda este ano alguns dos transtornos poderão ficar resolvidos.
Aquele responsável, que já conhecia a situação relatada pelo Jornal de Notícias, lembrou que, apesar das restrições orçamentais, «temos de separar o que é essencial do acessório e garantir aos cidadãos o acesso pleno à justiça».