
Lisboa, 09/02/2017 - Reportagem no CODU (centro de atendimento do INEM), esta tarde na sede nacional do INEM em Lisboa a propósito do dia europeu do 112. Ambulância ( Gustavo Bom / Global Imagens )
Gustavo Bom/Global Imagens
Trabalhadores morreram na sequência de uma fuga de gás quando estavam a reparar uma caldeira no hospital.
O Ministério da Saúde expressou "pesar" pela morte de dois homens na sequência de uma fuga de monóxido de carbono no Hospital Magalhães Lemos, no Porto, e apontou que foi aberto um inquérito ao caso.
Em nota remetida às redações, e publicada no 'site' do Serviço Nacional de Saúde, o gabinete da ministra Marta Temido "expressa pesar e endereça sentidas condolências aos familiares e amigos" das vítimas.
"Já foi aberto um inquérito para apurar as causas do acidente", refere a nota da tutela.
Dois homens de 52 e 60 anos morreram hoje na sequência de uma fuga de monóxido de carbono no Hospital Magalhães Lemos, no Porto. A situação aconteceu na central térmica da lavandaria daquela unidade hospitalar, espaço gerido pela empresa SUCH-Serviço de Utilização Comum dos Hospitais.
De acordo com a PSP, os dois homens "estariam a fazer a reparação de uma caldeira", sendo a causa da morte a inalação de gases.
Também a SUCH emitiu uma nota de condolências, na qual sublinhou que "as instalações são alvo de procedimentos de auditoria rigorosos e exigentes, estando devidamente licenciadas, contemplando nomeadamente sistema de deteção de gás".
Fonte do INEM disse à Lusa que as duas vítimas tinham 52 e 60 anos de idade e que o óbito foi declarado no local.
A ocorrência foi registada às 09:43, na Rua Professor Álvaro Rodrigues.