A União das Misericórdias diz que existem 17 unidades de cuidados continuados prontas, mas fechadas à espera do prometido contrato com o Governo. No último ano abriram apenas 10. O presidente da União admite que é pouco.
Alguns destes edificios fechados estão concluidos há dois anos. Manuel Lemos sublinha que a situação é «inaceitável». O Parlamento recomendou, há um ano, a abertura "urgente" destas unidades. Mas 17 permanecem fechadas.
Cabeceiras de Basto, Pedrógao Grande e Castelo Branco são algumas das misericórdias com unidades de cuidados continuados concluídas e fechadas há 2 anos.
A União das Misericórdias não diz de quem é a culpa, mas sublinha que os ministros da Saúde e da Solidariedade não são os responsáveis por estes atrasos.
Manuel Lemos alerta ainda que o atraso na assinatura dos contratos com o Estado para garantir a abertura destas unidades pode levar a União Europeia a pedir o dinheiro dos fundos comunitários que investiu na construçao destes edifícios.