O drama de Andrea Chénier, em ópera, no S.Carlos

A ópera Andrea Chénier estreia esta noite, sexta feira 24 de junho, no Teatro Nacional S. Carlos, em Lisboa, com o regresso ao palco da diretora artística Elisabete Matos.

Esta ópera de Umberto Giordano, que seguiu as linhas de Verdi, é livremente baseasa na vida do poeta françês Andrea Chénier, executado no terror da Revolução francesa a 25 de julho de 1794, esta ópera não era cantada no S. Carlos, desde os finais dos anos sessenta do seculo passado, agora Elisabete Matos sublinha essa vontade de voltar ao palco e estrear esta personagem Madalena de Cogny.

Música sublime para tricotar uma história dramática, mas onde as vozes tenor e soprano com o coro fazem desta ópera um momento verista de Umberto Giordano.

O amor escondido, só na troca de olhares, no inicio mas que vai ganhando corpo até que termina com a morte dos dois Andrè Chenier, o poeta e Madalena di Cogny

Filipa Cruz, musicóloga, faz uma introdução à obra, em breves palavras antes de cada récita de Andrea Chénier, no Salão Nobre.

O compositor, a música, a ópera e o seu contexto de criação são possíveis vertentes de análise e conversa de Filipa Cruz com o público.

Conheça melhor a música de e, em particular, Andrea Chénier. Participe e usufrua de um enquadramento que lhe faculta elementos essenciais para inteligir a ópera.

Andrea Chénier, de Umberto Giordano

Libreto de Luigi Illica

Direção Musical Antonio Pirolli

Encenação Sarah Schinasi

Cenografia William Orlandi

Figurinos Jesus Ruiz

Andrea Chénier Marco Berti

Maddalena di Coigny Elisabete Matos

Carlo Gérard Claudio Sgura

Bersi Maria Luísa de Freitas

Condessa di Coigny / Madelon Cátia Moreso

Roucher / Pietro Fléville, José Corvelo

Mordomo / Fouquier Tinville, Christian Luján

Mathieu, Luís Rodrigues

Abade / Um «Incroyable» Sérgio Martins

Dumas / Schmidt João Oliveira

Coro do Teatro Nacional de São Carlos

(maestro titular Giampaolo Vessella)

Orquestra Sinfónica Portuguesa

(maestro titular Antonio Pirolli)

Ópera Andrea Chénier, estreia hoje, no Teatro Nacional S.Carlos, em Lisboa, às 20h00, repete no domingo às 16h00 e regressa dia 28, também às 20h00.

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