Governo aprova adiamento do pagamento dos empréstimos por seis meses

Ministro da Economia anunciou que vai haver uma extensão automática dos prazos dos créditos.

Entre as novas medidas do Governo para apoiar famílias e empresas afetadas durante a pandemia do novo coronavírus está o adiamento do pagamento dos empréstimos por seis meses.

"Entre essas medidas está em primeiro lugar uma moratória bancária. Todos os créditos junto de instituições bancárias e outras instituições financeiras que se vençam nos próximos 6 meses suspendem-se até 30 de setembro do corrente ano", explicou Pedro Siza Vieira.

A moratória consiste, assim, na suspensão de prestações. Os prazos voltam a ser retomados a partir do dia 1 de outubro. Para clarificar a medida, Siza Vieira até deu um exemplo.

"Uma prestação que vencesse no primeiro dia de maio passa para um mês e meio depois de 1 de outubro. Há uma extensão automática dos prazos dos créditos e das prestações intercalares", esclareceu o ministro da Economia.

Só não terão acesso a estes apoios as empresas que já tiverem dívidas ao fisco ou à Segurança Social.

"O acesso, quer às linhas de crédito quer a esta moratória, pressupõe que as empresas tenham a sua situação regularizada", afirmou Siza Vieira.

Entre as pessoas singulares vão ter direito à moratória bancária todos os que estão em situação de desemprego, lay-off simplificado ou que trabalhavam em atividades que encerraram devido ao estado de emergência ou isolamento profilático.

"Ou seja, quem se encontra numa situação em que economicamente precisem de proteção", acrescentou o ministro.

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