Confederação patronal pede um perdão das rendas para o comércio

O pedido vai ser feito esta sexta-feira em sede de concertação social pela Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP).

A proposta do organismo liderado por João Vieira Lopes vai no sentido de perdoar as rendas em atraso durante o confinamento administrativo de restaurantes e cabeleireiros.

Para esta confederação patronal as moratórias que adiaram os pagamentos das rendas não são suficientes, é preciso ir mais longe.

João Vieira Lopes diz à TSF que propõem "haver um perdão em relação aos meses que os estabelecimentos estiveram encerrados por razões legais e durante três meses a renda seria 50% porque a faturação inicial, no arranque vai ser bastante baixa".

Por outro lado, "admitimos que em relação aos proprietários individuais, que não sejam empresas nem fundos de investimento, o Estado possa dar alguma compensação, para baixar essa penalização que vão ter, com algum desconto na taxa liberatória se aplica a esse tipo de rendimentos", defende.

Este corte na taxa liberatória não se iria aplicar aos fundos de investimento porque na opinião de João Vieira Lopes estes grandes proprietários têm grandes lucros todos os anos.

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