Casamentos e batizados "têm de ser comedidos". Governo impõe limite de 50 pessoas

Os ajuntamentos com mais de cinco pessoas também estão proibidos.

Os casamentos marcados a partir desta quarta-feira ficam limitados a um máximo de 50 convidados, ao abrigo do estado de calamidade decretado para todo o território nacional. António Costa lembra que os casamentos e batizados são permitidos, mas apela à contenção.

"A nova regra é relativamente a eventos de natureza familiar porque têm sido locais onde se têm registado focos de contaminação. Os casamentos e batizados são possíveis, mas têm de ser comedidos. As regras aplicam-se a todos os casamentos e batizados que sejam marcados a partir de hoje", afirmou o primeiro-ministro após o Conselho de Ministros.

Em conferência de imprensa, Costa adiantou ainda que, "ao abrigo da situação de calamidade, a partir das 24h00 de esta quarta-feira deixará de poder haver ajuntamentos na via pública de mais de cinco pessoas".

Quanto ao SNS, o governante disse ter consciência de que, para além da Covid-19, há outras doenças.

"Temos vindo a recuperar a atividade, mas esse esforço é para continuar. A primeira prioridade é preservar a capacidade do Serviço Nacional de Saúde, não só para responder à Covid mas também às outras situações de saúde", garantiu.

O primeiro-ministro anunciou que o Governo vai apresentar ao parlamento uma proposta para que seja obrigatório o uso de máscara na via pública e a utilização da aplicação Stayaway Covid em contexto laboral e escolar.

"Apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei a que solicitaremos uma tramitação de urgência para que seja imposta a obrigatoriedade de uso da máscara na via pública - com o óbvio bom senso de só nos momentos em que há mais pessoas na via pública - e também da utilização da aplicação stayaway covid em contexto laboral, escolar e académico, nas Forças Armadas e nas Forças de Segurança e no conjunto da administração pública", anunciou.

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