Povo português é "absolutamente extraordinário" nas crises e "medíocre" no regresso à normalidade

António Costa Silva é o escolhido pelo primeiro-ministro para pôr de pé o plano de recuperação do país após a crise da Covid-19.

Leia o acompanhamento ao minuto da entrevista à TSF na qual António Costa e Silva defendeu o investimento no SNS e o fim da bitola ibérica, mas rejeita uma "revolução" na economia.

António Costa e Silva, o gestor da Partex, foi o homem desafiado por António Costa para desenvolver um plano para o day-after da pandemia. Uma espécie de "paraministro" que vai estar focado no plano de recuperação da Economia portuguesa enquanto os ministros, enquanto os membros do Governo estão concentrados, no Programa de Estabilização Económica e Social e no Orçamento Suplementar.

A missão de Costa Silva é vista pelo próprio como um "contributo cívico e 'pro bono'" e deverá estar concluída quando o Governo aprovar o Orçamento Suplementar, altura em que o ministro de Estado, da Economia e da Transição Digital, Pedro Siza Vieira, assumirá o plano de recuperação.

Apologista de que há necessidade de "salvar a Economia e proteger o emprego com uma intervenção forte do Estado", Costa Silva admite-se crente da ideia de "mais Estado na economia". Contudo, deixa claro que o seu papel "não é negociar, mas sim fazer um plano". As negociações ficam para o Governo.

Já traçou vários objetivos fundamentais para o plano de recuperação, nomeadamente com uma aposta e modernização nas infraestruturas físicas do país, um aceleramento da transição digital e uma aposta na qualidade do SNS e no reforço de recursos humanos.

Outras Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de