PS volta a descer, CDU recupera e CDS afunda

A uma semana das eleições, PS e PSD estão separados por 10,7 pontos percentuais: os socialistas perderam gás nos últimos dias. O CDS está quase empatado com o PAN.

O PS está com 37,1% de intenções de voto. No espaço de uma semana, os socialistas perderam 3,5 pontos percentuais nas sondagens diárias da Pitagórica para TSF/JN/TVI,

O PSD (que pelo meio da semana chegou a atingir os 28,5%) mantém-se nos 26,4% de intenções de voto.

O BE tem uma ligeira subida para os 10,4% e mantém-se em terceiro lugar.

Nesta sondagem, é a CDU quem mais sobe, em relação ontem: cresce 1,5 pp fixando-se nos 6,4%, praticamente os mesmos valores que tinha há uma semana.

O CDS volta a cair e atinge o mínimo da semana: 3,6%, apenas umas décimas acima do PAN que tem 3,1%. Os centristas perderam 1,5 pp durante a primeira semana de campanha.

O final da semana trouxe ganhos ligeiros para a Iniciativa Liberal agora com 2% de intenções de voto e para o LIVRE com 1,3%. O CHEGA mantém-se com 1,1%, enquanto o Aliança estabilizou nos 0,7%.

Numa análise mais detalhada constata-se que 5% dos que se assumem como eleitores do PSD e CDS dizem que votariam na Iniciativa Liberal, caso as eleições fossem hoje. E o PAN vai buscar apoio junto de quase 5% dos eleitores do Bloco de Esquerda, nesta sondagem.

Em termos do impacto da exposição mediática, dois nomes destacam-se, pela positiva: Joacine Katar Moreira e Carlos Guimarães Pinto. O líder da Iniciativa Liberal passou de 18 pontos negativos para 20 positivos.O mesmo sucesso mediático tem a candidata do LIVRE, por Lisboa: começou a semana com 20 pontos e acaba com 33 no saldo entre opiniões positivas e negativas, e lidera as respostas de quem diz que melhorou a opinião depois da exposição mediática.


Ficha técnica

Durante 4 dias (24 a 27 de Setembro 2019) foi recolhida diariamente pela Pitagórica para a TVI, o JN e a TSF uma sub-amostra de 150 entrevistas representativa do universo eleitoral português (não probabilístico) tendo por base os critérios de género, idade e região. O resultado do apuramento dos 4 últimos dias de trabalho de campo, implica uma amostra 600 indivíduos que para um grau de confiança de 95,5% corresponde a uma margem de erro máxima de ±4,07%. A seleção dos entrevistados foi realizada através de geração aleatória de números de "telemóvel" mantendo a proporção dos 3 principais operadores identificados pelo relatório da ANACOM, sempre que necessário são selecionados aleatoriamente números fixos para apoiar o cumprimento do plano amostral. As entrevistas são recolhidas através de entrevista telefónica (CATI - Computer Assisted Telephone Interviewing).
O estudo tem como objetivo avaliar a opinião dos eleitores Portugueses, sobre temas relacionados com as eleições, nomeadamente os principais protagonistas, os momentos da campanha bem como a intenção de voto nos vários partidos.
A taxa de resposta foi de 60,30%, a direção técnica do estudo é da responsabilidade de Rita Marques da Silva.
A taxa de abstenção expressa na sondagem é de 5,3% a que acresce 41% que na abordagem inicial se recusaram a responder à entrevista por não pretenderem votar nesta eleição, totalizando 46,3% de abstenção.
A Ficha técnica completa bem como todos os resultados foram disponibilizados junto da Entidade Reguladora da Comunicação Social que os disponibilizará oportunamente para consulta online.

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