"Um dos segredos mais bem guardados da História." Linhas de Torres Vedras cruciais nas invasões francesas

É de Sobral de Monte Agraço que partem muitos dos que visitam a rota histórica das Linhas de Torres. O Centro de Interpretação das Linhas de Torres é um ponto de partida também para saber mais sobre o património dos fortes e quartéis-generais que defenderam Lisboa da terceira invasão francesa a Portugal.

Em meados de 1809, Portugal já tinha sofrido duas invasões francesas, e a família real já tinha partido para o Brasil. É nessa altura que surge uma solução para barrar as tropas francesas. Sandra Oliveira, antropóloga do Centro de Interpretação das Linhas de Torres, explica à TSF o que são as linhas de Torres Vedras e a importância deste sistema militar defensivo.

A praça Dr. Eugénio Dias foi testemunha de um dos combates mais expressivos durante as invasões francesas. A história da praça da vila vai ficar para sempre ligada ao combate de Sobral.

Apesar de as Linhas de Torres terem sido praticamente intransponíveis para os exércitos de Napoleão, isso não quer dizer que as tropas não tentassem ultrapassar essa barreira.

A região de Sobral de Monte Agraço acabou por ser uma das regiões por onde o grande exército tentou passar.

Na praça Dr. Eugénio Dias fica o Centro de Interpretação das Linhas de Torres, que faz parte de uma rede que integra outros cinco centros de interpretação temáticos, que se localizam na Rota Histórica das Linhas de Torres.

A rota histórica da Linha de Torres está também rodeada por paisagens protegidas.

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