Bodycams nos uniformes da polícia. SINAPOL critica lei "feita em cima do joelho"

O presidente do SINAPOL defende, em declarações à TSF, que as bodycam deviam poder ser usadas no dia a dia e não apenas em operações especiais e lamenta que a lei tal como está não o permita.

O Sindicato Nacional da Polícia considera que a lei que vai permitir aos polícias usarem câmaras nos uniformes foi feita à pressa e não serve a segurança pública nem o interesse das forças de segurança. A utilização de sistemas de videovigilância pelas forças e serviços de segurança foi esta quarta-feira aprovada na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias.

Armado Ferreira, presidente do SINAPOL, defende câmaras permanentemente ligadas e reconhece que o deputado do CDS Telmo Correia tem razão quando questiona o que é que um policia deve fazer em situação de perigo: "A legislação está a ser feita em cima do joelho, está a ser feita à pressa, e vai ter de ser melhorada, porque esta legislação como está feita não serve os interesses da segurança pública, não serve os interesses dos profissionais de polícia e não serve os interesses das próprias intituições policiais."

O presidente do SINAPOL defende as bodycam deviam poder ser usadas no dia a dia e não apenas em operações especiais e lamenta que a lei tal como está não o permita.

"Lamento muito que não seja um sistema que os profissionais das forças de segurança tenham sempre ligado. Parece que está mais orientado para determinado tipo de missões do que para a missão policial do dia a dia", remata.

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