Crianças vão poder partilhar brinquedos nas creches desde que estejam desinfectados

Os dois metros de distância de segurança entre as crianças também não serão obrigatórios, a não ser em determinadas circunstâncias.

As orientações finais da Direção-Geral da Saúde (DGS) para as creches permitem a partilha de brinquedos entre crianças se estes forem bem desinfetados.

Depois de terem sido criticadas algumas das medidas inicialmente anunciadas, o documento final foi publicado esta quarta-feira.

As orientações confirmam várias das medidas já prometidas, mas algumas das mais criticadas tornaram-se mais flexíveis.

Um dos exemplo é a obrigação de manter as crianças afastadas dois metros: o documento final mantém que esse distanciamento deve ser de 1,5 a 2 metros, mas apenas quando estiverem em mesas, berços ou espreguiçadeiras.

Sobre a partilha de brinquedos a mudança também é significativa: se antes a ideia era proibir a partilha de brinquedos entre crianças, agora o regime é mais flexível.

Em vez de não serem partilhados os brinquedos podem, em alternativa, ser bem desinfetados.

A lavagem deve acontecer de forma regular, pelo menos duas a três vezes por dia. Tudo o que não possa ser lavado tantas vezes deve ser retirado da sala.

Por outro lado, sempre que existam espaços ou salas vazias vale a pena avaliar se estes podem ser usados para aumentar o tamanho das creches.

Em paralelo, têm de existir "circuitos de entrada e saída da sala de atividades para cada grupo, evitando os cruzamentos".

Quando estiverem a dormir, os colchões têm de ser individuais e estar separados ao máximo, mantendo alternadas as posições dos pés e das cabeças das crianças.

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