Detidos cinco homens que integravam grupo avistado perto de praia em Aljezur

O caso está a ser investigado pelas autoridades policiais "para determinar se se trata de um caso de migrantes desembarcados, ou outra qualquer situação". No local já estiveram, além da Polícia Marítima, elementos da GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Polícia Judiciária.

Cinco homens que integravam um grupo com mais de 10 pessoas foram detidos esta quinta-feira perto da praia do Amado (Aljezur), estando as autoridades a procurar uma embarcação vista perto do local, disse à Lusa fonte oficial. A TSF apurou que no grupo há dois cidadão da Gâmbia, dois do Senegal e um romeno.

O comandante da capitania do Porto de Lagos revelou à TSF que já foram intercetados jerricãs com gasolina no mar, que terão sido deitados borda fora pela lancha em fuga."Um pescador local contactou com o piquete da polícia marítima de Lagos, e informou que, junto à praia do Amado, entre a praia do Amado e o sítio do Forno, encontrava-se uma lancha rápida com três motores, muito próxima de terra", conta o comandante, que acrescenta que "em terra estavam entre 12 a 15 pessoas de etnia africana".

As autoridades deslocaram-se por terra e mar, mas não conseguiram "intersetar a lancha".

No local já estiveram, além da Polícia Marítima, elementos da GNR, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras e Polícia Judiciária.

De acordo com o capitão do porto de Lagos, Pedro Palma, a detenção ocorreu na sequência de uma denúncia recebida pela Polícia Marítima, por volta das 06h00, que "dava conta de uma lancha rápida, com três motores, entre a praia do Amado e o Sítio do Forno e um grupo de 12 a 15 pessoas em terra".

Em declarações à Lusa, aquele responsável acrescentou que, ao chegar ao local, a GNR conseguiu intercetar e deter cinco dos homens, "tendo os outros elementos do grupo conseguido fugir, bem como a embarcação".

"Neste momento, temos uma lancha da Polícia Marítima a fazer buscas no mar, no sentido de tentar identificar e intercetar a embarcação", indicou Pedro Palma.

Segundo o capitão do porto de Lagos, o caso está a ser investigado pelas autoridades policiais "para determinar se se trata de um caso de migrantes desembarcados, ou outra qualquer situação".

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de