Dux e Universidade Lusófona absolvidos no caso do Meco

Pais dos estudantes que morreram reclamavam uma indemnização, mas a juíza decidiu absolver todos os acusados no processo da morte dos seis estudantes da Universidade Lusófona.

O antigo dux, João Gouveia, e a Universidade Lusófona foram absolvidos pelo Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, esta quinta-feira, no caso da morte dos estudantes, durante praxes, na Praia do Meco, em Sesimbra, em dezembro de 2013.

Num comunicado divulgado, esta manhã, pelo Tribunal de Setúbal, é anunciado que a juíza responsável pelo processo decidiu a favor da absolvição dos réus.

"Declaram-se totalmente improcedentes os pedidos deduzidos nos autos pelos Autores, absolvendo-se os Réus. Declara-se improcedente o pedido de condenação dos Autores por litigância de má fé", lê-se no comunicado que dá a conhecer a decisão judicial.

O ex-dux João Gouveia sobreviveu à tragédia, na qual morreram seis estudantes da Universidade Lusófona, em dezembro de 2023. Os pais das vítimas exigiam uma indemnização no valor de 1,3 milhões de euros, que não foi concedida pela Justiça.

O advogado das famílias das vítimas afirma que vai recorrer da decisão. Em declarações à TSF, Vítor Parente Ribeiro acusa o Tribunal de Setúbal de parcialidade e constata a desilusão dos familiares dos estudantes universitários que perderam a vida.

Apesar de tudo, as famílias não tencionam desistir e o advogado garante que o processo irá avançar até que seja feita justiça.

Notícia corrigida às 12h22

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