INEM abre inquérito à morte de Carlos Amaral Dias

Psicanalista de 73 anos morreu esta terça-feira.

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) abriu um inquérito "para aferir com rigor todas as circunstâncias relacionadas com a situação e apuramento de eventuais responsabilidades" na morte de Carlos Amaral Dias, que morreu na manhã desta terça-feira.

A informação é avançada pela própria instituição num comunicado enviado às redações em resposta a uma notícia publicada pelo Correio da Manhã, na qual o jornal avança que o psicanalista de 73 anos morreu numa ambulância quase duas horas depois de ter ligado para a linha de emergência médica, citando fontes familiares.

No mesmo comunicado, o INEM explica que "na manhã de ontem (03/12/2019), o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) recebeu uma chamada encaminhada pela Central 112, com um pedido de socorro para um homem de 73 anos com queixas de dificuldade respiratória. Tendo em consideração os sinais e sintomas referidos pelo contactante e após realizar a respetiva triagem clínica, o CODU acionou imediatamente uma Ambulância de Socorro dos Bombeiros Voluntários (BV) do Beato".

Pai da ex-deputada do Bloco de Esquerda Joana Amaral Dias, Carlos Amaral Dias abandonou recentemente a direção do Instituto Superior Miguel Torga.

Entre a década de 1990 e 2003 dirigiu quatro programas na TSF: "Esta inquietante estranheza", "O Inferno Somos Nós", "Freud e Maquiavel" e "A Espuma dos Dias", com Fernando Alves. Mais tarde, este programa foi editado em livro com o nome "Avenida de Ceuta Nº1".

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