Médicos de Saúde Pública pedem que utentes se vacinem e não fujam do SNS

Um estudo publicado na revista científica da Ordem dos Médicos adianta que o excesso de mortalidade em Portugal desde o início da pandemia de Covid-19 pode chegar aos 4.000 óbitos.

Continuar a usar o SNS e a proceder à vacinação são os apelos da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, numa altura em que os dados apontam para que haja mais pessoas a morrer em Portugal desde o início do mês de março por doenças não relacionadas com o novo coronavírus.

Um estudo publicado na revista científica da Ordem dos Médicos adianta que o excesso de mortalidade em Portugal desde o início da pandemia de Covid-19 pode chegar aos 4.000 óbitos. As principais vítimas são pessoas idosas com doenças crónicas.

Em entrevista à TSF, o presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública, Ricardo Mexia, admite que a situação é preocupante e deixa o alerta: "Para uma doença emergente, as pessoas não devem evitar recorrer aos cuidados, porque há um risco de que a situação se possa degradar".

No mesmo plano, Ricardo Mexia apela aos utentes para continuarem " a recorrer aos serviços de saúde para a vacinação", pois, caso não o façam, isso "poderá ter também um impacto a médio ou a longo-prazo".

"As pessoas devem continuar a usar o Serviço Nacional de Saúde à semelhança do que faziam anteriormente, no sentido de se protegerem contra um conjunto de doenças", remata.

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