Sete horas a encarnar uma estátua viva. Português bate recorde mundial

Staticman fez a "Mais Longa Performance de Estátua-Viva" para chamar a atenção para o impacto da osteoporose na saúde de milhares de portugueses.

O homem-estátua conhecido por Staticman bateu o recorde mundial de "Mais Longa Performance de Estátua-Viva" - durante sete horas e 17 segundos, no âmbito de uma campanha de sensibilização para o impacto da osteoporose.

O recorde foi batido esta terça-feira em Lisboa, no Dia Mundial da Osteoporose, doença que afeta os ossos de 800 mil portugueses e é responsável por cerca 40 mil fraturas ósseas por ano, incluindo aproximadamente 12 mil fraturas da anca que provocam cerca de 1500 mortes todos os anos.

António Santos, mais conhecido por Staticman, é detentor do recorde mundial de imobilidade com 20 horas, 11 minutos e 36 segundos e outros cinco recordes no Livro de Recordes do Guinness. Agora, com quase 60 anos, junta ao currículo o recorde mundial de "Mais Longa Performance de Estátua-Viva.

"Criar esta personagem com aspeto de loiça quebradiça a mimetizar os ossos fragilizados pela osteoporose e aguentar as dores de mais de 7 horas em performance foi um desafio que agarrei com grande entusiasmo", disse o artista performativo, citado em comunicado enviado às redações.

A iniciativa "Quebrar Recordes pela Osteoporose" partiu de uma campanha conjunta da Associação Nacional Contra a Osteoporose (APOROS), Associação Portuguesa de Profissionais de Saúde em Reumatologia (APPSReuma), Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) e Sociedade Portuguesa das Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM).

Em todo o mundo, estima-se que a osteoprose seja responsável, em média, por uma fratura óssea a cada três segundos, cerca de 8,9 milhões de fraturas por ano.

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG

Patrocinado

Apoio de