Situação é um "barril de pólvora". Já foram feitos testes à Covid-19 em lar de Vila Real

O autarca de Vila Real explica que o lar Nossa Senhora das Dores continua lotado e considera que os residentes e os utentes que usufruem de apoio domiciliário correm "imensos riscos".

Já foram realizadas 54 análises em Vila Real para despistar a Covid-19, mas os resultados ainda não conhecidos. O lar Nossa Senhora das Dores continua lotado e a receber o apoio de militares e elementos das Forças Armadas, que substituíram os funcionários da residência.

Para Rui Santos, autarca de Vila Real, a situação tem de ser resolvida, e em função dos resultados, há já um plano delineado. "Temos uma alternativa para focalizar os utentes do lar sem Covid-19 para Braga. Para os outros teremos de encontrar uma solução que passará pelo centro hospitalar de Trás-os-Montes/Alto Douro e pelo hospital Militar do Porto", sublinha Rui Santos, ouvido pela TSF.

Há também preocupações ao nível do apoio domiciliário que o lar presta. "Quer os utentes dos lares, quer os utentes do serviço de apoio domiciliário - e, na maior parte dos casos, o número de utentes em apoio domiciliário é muito maior que o número de utentes nos lares -, correm imensos riscos", acrescenta o autarca.

"Todos correspondem a uma tipologia muito complicada: são pessoas idosas, frágeis, nalguns casos, sozinhas e são pessoas com muitas patologias. Estas pessoas têm necessariamente de ter um cuidado especial e nós temos de lhe dar esse cuidado."

Rui Santos considera esta "situação dos lares" um "barril de pólvora", e reforça que "o serviço de apoio domiciliário é tremendamente preocupante".

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