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No Parlamento, o inspetor-geral do Ambiente Nuno Banza disse que as máquinas vão ser seladas até que a empresa tenha um título "válido" para exercer a atividade.
A Centroliva, empresa responsabilizada pelas descargas de águas residuais, sem licença, na ribeira do Lucriz, afluente do rio Tejo. "Só poderá laborar depois de um processo de licenciamento", garantiu, no Parlamento, a Inspeção-Geral do Ambiente".
"Vamos lá por os selos de novo e vamos ver o que acontece na próxima campanha, que está para começar em breve", disse o inspetor-geral do Ambiente Nuno Banza.
Nuno Banza referiu-se ao facto de, em segunda instância, a justiça ter decidido a favor do recurso interposto pelo Ministério Público para contrariar a providência cautelar antes interposta pela empresa Centroliva.
"Foi-me transmitido que a empresa não recorreu", disse o Inspetor-Geral do Ambiente, aos deputados.
A Centroliva, empresa localizada em Vila Velha de Ródão, tinha sido condenada a encerrar, durante três anos, a unidade de secagem de bagaço de azeitona e a pagar uma coima de 300 mil euros por efetuar descargas de águas residuais sem licença, na ribeira do Lucriz, afluente do rio Tejo, segundo decisão da Agência Portuguesa do Ambiente.