Já há fotos do corpo celeste mais distante já visitado e Brian May compôs uma canção para a ocasião

epa07257301 A handout photo made available by NASA shows Brian May (L), lead guitarist of the rock band Queen and astrophysicist shows a video with a new song he wrote for the New Horizons mission at Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory (APL) in Laurel, Maryland, USA, 01 January 2019. The New Horizons spacecraft launched on 19 January 2006 – beginning its odyssey to Pluto and the Kuiper Belt. New Horizons was the first mission to Pluto, completing the space-age reconnaissance of the planets that started 50 years earlier. It was also the first mission to explore the solar system's recently-discovered 'third zone' the region beyond the giant planets called the Kuiper Belt. EPA/BILL INGALLS / NASA / HANDOUT MANDATORY CREDIT HANDOUT EDITORIAL USE ONLY/NO SALES
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O guitarrista dos Queen acompanhou a visita da sonda New Horizons à Ultima Thule.
No primeiro dia do novo ano a New Horizons sobrevoou pela primeira vez Ultima Thule , o corpo celeste mais longínquo já visitado no Sistema Solar, a seis mil milhões de quilómetros da Terra, na Cintura de Kuiper.
A sonda espacial terá tirado cerca de 900 imagens durante os poucos segundos que sobrevoava o Ultima Thule, a uma distância de cerca de 3.500 quilómetros. Eis a primeira divulgada pela NASA:
O nome oficial deste corpo celeste é 2014 MU69, mas a comunidade científica começou a designa-lo com a expressão latina que tradicionalmente se refere a um local distante, para lá do mundo conhecido.
A missão da New Horizons foi acompanhada por Bryan May, guitarrista dos Queen e astrofísico, que até compôs uma música para a ocasião, à qual chamou "New Horizons (Ultima Thule Mix)".
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"Esta missão representa para mim o espírito de aventura, descoberta e investigação que é inerente ao espírito humano", disse Bryan May quando a sonda da NASA estava prestes a sobrevoar a Ultima Thule.
Os primeiros dados da New Horizons demoraram seis horas e oito minutos a chegar à Terra e mais serão divulgados nos próximos 20 meses.
Em 2017 os investigadores já tinham descoberto que a Ultima Thule não era esférica, mas só agora foi possível desvendar a sua forma - é uma espécie de amendoim - e o seu eixo de rotação.
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