Se quer ver um asteroide a passar pela Terra, vai ter de esperar...

epa06723294 A handout photo made available by the European Southern Observatory on 09 May 2018 shows an artist's impression of the exiled asteroid 2004 EW95, the first carbon-rich asteroid confirmed to exist in the Kuiper Belt and a relic of the primordial Solar System. This curious object likely formed in the asteroid belt between Mars and Jupiter and must have been transported billions of kilometres from its origin to its current home in the Kuiper Belt. EPA/ESO/M. Kornmesser / HANDOUT HANDOUT EDITORIAL USE ONLY/NO SALES
M. Kornmesser/ESO via EPA
As Nações Unidas celebram, este sábado, o Dia Internacional dos Asteroides. A data marca a queda de um objeto celeste de grandes dimensões na Sibéria, em 1908.
Quando, a 30 de junho de 1908, um asteroide caiu na região desabitada de Tunguska, na Sibéria, a explosão atingiu uma área de mais de 2.000 quilómetros quadrados de extensão e destruiu mais de 60 milhões de árvores. As Nações Unidas fizeram do dia uma data assinalada todos os anos.
À boleia deste Dia Internacional do Asteroide, a TSF foi saber se há algum asteroide a rondar a Terra e, se isso acontecer, o que podemos fazer para nos protegermos.
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Ricardo Cardoso Reis, investigador do Centro de Astrofísica da Universidade do Porto, responde que deve passar mais de uma década até que mais um objeto celeste de dimensões consideráveis se aproxime do planeta Terra. Pelo menos até 2029 nenhum asteroide de grande tamanho deverá passar por estes lados. Quanto aos mais pequenos, eles andam por aí...
Para assinalar o Dia Internacional do Asteroide, a Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e o Planetário do Porto organizam, esta sexta-feira e sábado, uma série de atividades. A entrada é gratuita. Consulte aqui o programa.