É possível fazer com que os miúdos não se interessem apenas por uma área?

Frases como: "ele domina a matemática, mas não é bom a português" não são uma inevitabilidade.

Renato Paiva, consultor pedagógico, acredita que, se as crianças se sentirem compreendidas, vão integrar com mais facilidade às sugestões do outro.

"O outro pode ser um pai que possa sugerir um jogo em que ele perceba que obviamente há alguma coisa que tem a ver comigo, que me diz respeito e me deixa feliz, mas também há uma parte numa zona de maior desconforto que precisamos de trabalhar para ter um desenvolvimento mais harmonioso", afirma Renato Paiva.

"Há quem queira desempenhos de excelência e se ele é bom a música vai ter só música e ponto". Mas para Renato Paiva, há um desenvolvimento mais harmonioso e global, mais interessante do que apenas o desempenho ótimo e exclusivo numa determinada área.

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